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23/03/2004 23:42
nada
enviada por Matusalém Matusca
30/06/2003 01:38
(8{> - Sarcófago novo, múmia velha.
Sinto muito companheiros e companheiras, mas só estou conseguindo ter acesso ao Abrute Soluçante na área de edição.
Não sei o que está acontecendo e nem sei se vou descobrir.
Mudei com a turma para um novo sarcófago aqui pertinho. Levei um pouquinho de poeira e aguardo vocês para um brinde.
Aos dois ou três brasileiros e brasileiras que têm link para a tumba peço desculpas.
Vamos lá malucos!
enviada por Matusalém Matusca
28/06/2003 17:44
(8{> - É fada.
Tirando a Sininho - que é bem gostosinha - não acredito em fadas.
Diferente da Xoxa, que morou com um, o único gnomo que conheço é um prejudicado vertical orelhudo, que vejo de vez em quando aqui no condomínio.
Não procuro saber se Marte está entrando em Vênus ou se até o fim do mês, Plutão favorece passar a mão na mulher do açougueiro.
Não pergunto o signo de ninguém e não leio horóscopos.
Todo dia pela manhã tenho vontade de quebrar um espelho e me contenho. Não pelo medo dos sete anos de azar, e sim, porque preciso do miserável pra me barbear.
Cada vez que entro ou saio do prédio, passo por baixo de uma escada, que deve ter pelo menos uns 540 degraus.
Gosto de gatos de qualquer cor, sobretudo os pretos, ou pretos de sobretudo, sei lá.
Não sou católico, budista nem crente que abafa.
Ando protestante, mas, segundo dizem, isso é coisa de velho chato mesmo.
Como já entreguei aqui, fumei cachaça e bebi charuto de encruzilhada.
Conclusão: Não acredito em nada, nem em múmia sem cabeça.
Então, como explicar o que anda acontecendo no sarcófago?
Coloco a imagem do template, no disco virtual do UOL, e ela aparece quando cisma.
Mando os GIFs pro Blig e eles somem. Vou verificar e estão lá, direitinho. É difícil abrir os comentários no blog, mas na área de edição é uma moleza. Mando e-mails para os suportes dos sujeitos e recebo explicações mediúnicas, quando recebo.
Papo sério: A rede anda mesmo uma porcaria ou estou vendo coisas? Parece que nem adianta pagar, os caras espirocaram de vez.
Esta semana, recebi do UOL, campeão de penduricalhos, um e-mail com a seguinte informação:
Com o AntiPop-up UOL você só vê as janelinhas chatas se quiser!
Cacete! Primeiro eles colocam, depois te oferecem um programa pra evitar o monstrengo.
Estava resistindo bravamente aqui no Abutre Soluçante. Acho até legal e convidei algums desavisados pra cá. O problema é que animal de estimação que se preze não morde o dono.
Apesar de ir aos trancos e barrancos - o que também tenho verificado nos outros blogs - estava dando pra levar.
O que não dá, é ficar sem poder comentar. Como todos sabem, publicar novos posts não é tão importante pra mim, mas, conversar nos comentários é o que mais gosto no sarcófago. Ultimamente até isso anda muito difícil.
Comecei retirando o banner do IG do meu template. Há muito tempo sabia da existência de um código que detonava o chato, mas, ficava naquela: Pô! Uso de graça e ainda vou retirar o banner dos caras? Dançou.
Vou testar o Sarcófago no bloggerbr um tempo. Por enquanto vou atualizar os dois, e se esse condenado do Abutre Soluçante continuar com gracinhas, mato o miserável de vez.
Arreguei! Entrego às bruxas, que como todos sabem não existem, mas...
enviada por Matusalém Matusca
27/06/2003 23:54
(8{> - Que tal um Postal?
Acho difícil, mas é possível que alguns não conheçam a minha
Cleópatra. Sei que é chato ficar aqui falando, minha isso, minha aquilo, mas o que fazer? Mamãe passou açúcar nimim.
Também sei, que as odaliscas passeiam por outros blogs e tem cueca que fica todo animadinho achando que elas vão dançar. É fria. Como já falou uma outra múmia de hospício: Do alto destas pirâmides...
Aí, um outro cuequinha desprevenido pode pensar: Pô! O cara tem mais de três mil anos e ainda fica tirando sarro? Gelada! Conheço minhas meninas e sei que elas preferem trocar ataduras de uma múmia enxuta a trocar fraldas de guris molhados.
A Cleópatra cresceu um pouquinho e é dona de um blog maravilhoso. Nenhuma novidade, todas as minhas odaliscas são lindas e competentes. Tenho até fotos de algumas.
Queriam!
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Coisa de louco!
Estou vendo os comentários de vocês (Teruska, GiNiKi, Helô, Suely, Luisa, Milladdy e Cris) na área de edição e não consigo entrar pra responder.
O Abutre Soluçante tá querendo morrer mesmo.
enviada por Matusalém Matusca
24/06/2003 16:25
(8{> - Seu Coisa.
Para entrar no meu sítio, o único acesso era atravessando um pequeno rio, normalmente raso. O problema é que quando chovia demais na serra, ele crescia bastante e algumas vezes era muito difícil atravessar. Mesmo assim, quase sempre conseguia e só umas quatro ou cinco vezes fiquei encalhado.
Numa dessas, calculei mal o estrago que o rio fez na outra margem e o ângulo de ataque da picape não foi suficiente pra vencer o barranco. Bati com força e voltei pra dentro do rio. Só restava abrir as portas e deixar os lambaris se divertirem.
Olhei em volta procurando o Bem-te-vi - um garoto, que comia todas as frutas maduras do sítio. Como sempre, lá estava ele. Bem ou mal comparando, ele tinha o instinto dos cachorrinhos, que misteriosamente sabem quando estamos chegando em casa.
Gritei: Bem-te-vi vai chamar o Mica! Diz pra ele trazer uma enxada e um burro pra puxar o carro. O Bem-te-vi voou.
Logo depois o caseiro chegou. Olhou pra picape, encalhada dentro do rio, coçou a cabeça e mandou:
Ih, Seu Coisa, acho que dessa vez vamos precisar de mais burros pra tirar do que precisou pra botar.
Nos tratávamos de seu coisa - uma invenção matusquela dele. Se o Seu Coisa não fosse o caseiro mais engraçado e amigo que tive, podia correr um sério risco de ficar sem receber o pagamento da semana.
(8{> - Seu Coisa de bicicleta nova.
O caseiro do meu sítio era mesmo uma figuraça: Forte, esperto, meio matusquela também e, principalmente, um amigo pra qualquer situação.
A bicicleta dele estava em frangalhos. Um dia, levei de presente uma Peugeot novinha que eu tinha. O bicho ficou doido com a bicicleta e sumiu o resto do dia. Já escurecendo, passa em disparada na frente da minha varanda. Parecia um Eski-Bon quebrado - pretinho, de calção, tênis e camiseta brancos - e gritando: Aê seu coisa, amanhã aumentamos o cercado dos preás, hoje eu me transbordo!
Os tais preás, eram parte de um projeto matusquela. Mais um, que achei genial e que poderia resolver o problema da fome no nordeste.
Comprei vários porquinhos-da-índia e também comprava, todos os preás selvagens, vivos, que os garotos caçavam pra comer. São da mesma família, e a idéia era conseguir, com cruzamentos, uma carne mais saborosa, que só as selvagens têm. Não deu certo porque são muito ariscas e quando presas se machucavam. Tive que soltar.
Nem preciso dizer, que os outros porquinhos chegaram saudáveis na idade de usar dentadura e bengala.
No Peru chamam de cuy e é a terceira carne mais vendida em supermercados. Uma universidade de lá já conseguiu, através de pesquisas genéticas, desenvolver cuys com mais de 2 quilos. Tentei, com contatos na Embaixada do Peru, importar algumas. Era tanta burocracia e barreiras sanitárias que desisti.
Para quem está achando estranho, um lembrete: Na roça ninguém troca carne de preá por galinha nenhuma.
Tatu tô fora: eles gostam de cavucar sarcófagos.
(8{> - A Cozinheira, Seu Coisa, as Cordornas e a Múmia Feliz.
Se você gosta de animais não é uma boa idéia ter um sítio. Se tiver, nunca coloque ou deixe colocar nomes em bichos comestíveis.
Fiquei um tempão engordando dezenas de patos, galinhas e outros bichos. Era um tal de: não dá pra comer a Francesinha, o Bip-Bip nem pensar, a Matilda não, a Canelinha também não, e assim caminhava a humanidade. Era mais fácil uma galinha morrer de ataque cardíaco do que ir pra panela.
Um dia, o caseiro veio com um papo de que várias codornas não estavam mais botando ovos, que estavam ficando velhas, etc.
Conseguiu me convencer que era melhor comer as bichinhas do que abrir um asilo de codornas.
Autorizei o sacrifício, mas ele que cometesse o codorcídio na cozinha dele e trouxesse os bichinhos limpinhos pra Matusalinda.
Ela, como sempre, caprichou: Codornas, arroz de forno, pinhões assados e purê de maçãs. Um vinho decente e tivemos um jantar muito sério.
Na sobremesa, depois de um doce de cajá divino, o caseiro ficou pensantivo.
Perguntei: No que está pensando, Seu Coisa?
Ele, coçando a cabeça: Sabe o que é, Seu Coisa, esse negócio de esperar ovo não tá com nada, vamos traçar todo mundo amanhã mesmo.
Mais tarde, deitado na rede com a Matusalinda, olhando as estrelas, eu era feliz... e sabia.
enviada por Matusalém Matusca
22/06/2003 17:31
(8{> - Praia dos Ossos.
O Nelson, como ele mesmo diz, é um carioca do pé rachado. Sei lá que meleca pode ser isso, mas a verdade é que conseguiu criar uma Praia, bem melhor que o Piscinão de Ramos. Não só pela qualidade da água, gasosa e com sais minerais; o excelente jornal local, que distribui digrátis aos freqüentadores; bem como pelos petiscos do quiosque do Mirandinha. Em especial, o ouriço da mulher dele (Mirandinha hein?) o mais requisitado do pedaço.
Espero que às meninas, que batem ponto por lá, não interpretem mal o que o Matusquinha falou. Ele fica mais confuso que o normal, quando está com os ossos expostos.
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Atualização:
O Nelson acaba de publicar no jornal da Praia, uma biografia não autorizada do Matusca. Foi generoso e principalmente mentiroso, confiram.
Obrigado, chegado! Será que é isso que os invejosos chamam de panelinha? Se for, tua castanha tá assando.
enviada por Matusalém Matusca
20/06/2003 16:05
@:-B - Zilda Meigaflores.
Vou aproveitar, que o caduco está dormindo, para contar o arranca-rabo canino que aconteceu na festa do casamento da Pepita, a chiuauha de estimação da nossa querida drag queen La Boyola, com o Visconde, pequinês do bispo-decorador Ede Manequini.
Na hora do casório, os nubentes no altar e a Pepita no cio, com o rabinho bem empinado, quando o Rex Harrison, pitbull de um emergente musculoso, pulou pra cima da noiva e créu!
Foi um fudevu de cartolã dos diabos. Neguinho veio de balde, com água gelada, pra tascar nos dois, e La Boyola, já com os cílios na testa, gritando que o proseco paraguaio podia queimar as partes da Pepita.
Conclusão: O Ede Manequini teve um troço e aos berros agudos, avisou que noiva engatada não era mais virgem e, portanto, não ia mais haver nenhum casamento. La Boyola, então, exigiu a devolução do dote - uma casinha de cachorro Louis Vuitton, que ela encomendou num camelô de Ipanema.
Ah, já que vou tomar cascudo mesmo, aproveito para entregar a receita do Sanduíche Inventado, obra prima do Caduco. Talvez ele perdoe se eu falar que publiquei para a Angela Scott colocar no Fase Oral.
MacTusca:
Pão francês bem fresquinho;
Presunto tipo parma. Se quiser pagar 130 pilas pelo quilo do jamón Pata Negra, você que sabe;
Queijo provolone, Boa Nata;
Bolinhas de mussarela de búfala;
Alho frito (potinho);
Tomate seco;
Rúcula;
Azeite.
Amasse bem a mussarela com um pouco de azeite e alho frito, e espalhe no pão;
Monte o sanduba.
Se não quiser sair de casa pra preparar o MacTusca, entre no site do Zona Sul, que eles têm todos os ingredientes e entregam rapidinho.
O caduco costuma acompanhar o sanduba com gin-tônica. Exige, gin inglês Burnetts. Mas, isso já é coisa de múmia metida mesmo.
É isso. Ademan que vou em frente. Emergente também é gente.
enviada por Matusalém Matusca
19/06/2003 14:14
(8{> - Aquele abraço!
Rio de Janeiro tem o povo mais solícito do mundo, diz pesquisa.
Ambiente influencia comportamento, afirma estudo
Apesar da violência, o Rio de Janeiro é a metrópole com o povo mais amável encontrado por pesquisadores que realizaram um estudo em 23 das maiores cidades do planeta.
O ranking foi elaborado pelo psicólogo Robert Levine, da Universidade da Califórnia. De acordo com ele, pessoas cegas sempre recebem auxílio para atravessar as ruas cariocas, e invariavelmente há alguém disposto a pegar uma caneta que uma outra pessoa deixou cair no chão.
Ainda segundo Levine, quando uma pessoa coxa enfrenta dificuldades, em 80% das vezes encontrará alguém para lhe ajudar em caso de dificuldades, caso ela viva no Rio de Janeiro.
Graças a esses números, os cariocas deixaram para trás os moradores de cidades como Copenhague (7ª colocação), Estocolmo (12º), Roma (16º) e Nova York (22º), que apresentaram habitantes bem menos solícitos.
Latinos bonzinhos
Em Nova York, por exemplo, os pesquisadores liderados por Levine concluíram que em apenas 28% dos casos alguém se oferece para ajudar uma pessoa manca que deixou cair seus pertences no chão.
Em Bangcoc, na Tailândia, um ceguinho só vai ser ajudado a atravessar a rua em 42% dos casos.
A cidade que teve o pior desempenho no "índice do bom samaritano" foi Kuala Lampur, na Malásia, que amargou a 23ª colocação no ranking.
Quem saiu bonito no estudo foi não só o Rio de Janeiro, mas as metrópoles de origem ibérica em geral.
A capital da Costa Rica, San José, ficou com a segunda colocação. Madri foi a sexta, a cidade do México, a nona, e San Salvador, a décima.
"Em geral, nós concluímos que as pessoas em cidades em que se fala português e espanhol tendem a ser mais solícitas", disse Levine em seu estudo.
O estudo também sugere que o ambiente em que as pessoas vivem tem mais a ver com o comportamento de sua população do que a cultura ou a etnicidade.
enviada por Matusalém Matusca
17/06/2003 22:02
(8{> - Pense Nisto.
O Inagaki é um dos meus melhores camaradas da rede. Nem precisava ter um blog tão bom, mas tem.
O problema é que se infiltra aqui no sarcófago, cheio de conversa fiada pra cima das minhas jovens odaliscas - gostaram meninas? - achando que pode confundi-las com aquele papo de Pensar Enlouquece.
Ia até aliviar a dívida que tem comigo. Negativo, do próximo iBest não passa.
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Atualização:
Vai ser difícil segurar o cara se ele ler a Ana do Udigrudi no Gravatá.
Vou logo avisando: É a minha Ana do Lago.
enviada por Matusalém Matusca
15/06/2003 13:42
(8{>- Múmia ralada com azeitonas.
Até hoje, quando passo pelo peniquinho, nas pedras do Arpoador, acho difícil de acreditar que já saltei dali centenas de vezes. Um pequeno buraco lá em baixo no meio das pedras, raso e muito perigoso. Tinha que pular no momento certo da entrada da onda e de olho aberto pra acertar bem no meio.
Matusquelices, que só fazemos quando jovens e que normalmente não servem pra nada a não ser arriscar nossa vida. Se bem, que o hábito de mergulhar com os olhos abertos, pode ter salvo a minha, bem mais tarde.
Certa vez, fomos fazer o reconhecimento e escolher um bom local para a construção da casa de um amigo, na Ilha do Martins. Eu, o James - um americano mais matusca que eu - que havia adquirido a posse de toda a ponta leste da ilha, e o Durval, um topógrafo da região de Angra, que contratamos.
Fomos até lá na traineira de um pescador, que viria nos buscar no fim do dia.
O lugar era complicado, um morro com um costão íngreme e mata fechada no topo.
O James cismou, baseado nas fotos aéreas (bem caras) que encomendamos no serviço de aerofotogrametria da antiga Cruzeiro do Sul, que havia uma pequena enseada do outro lado do morro. Tentamos atravessar pelo mato, mas o troço não tinha nenhuma picada e era cheio de arranha-gato e espinho de coco-de-iriri.
Então o artista veio com a grande idéia: Vamos nadando devagar e assim podemos olhar todo o costão.
E lá foram os dois patetas e um trouxa. Depois de um tempinho, nadando cachorrinho, com as sandálias na mão, vimos, no alto das pedras, uma enorme caverna.
Eu:
Vamos subir e dar uma olhada?
O Durval, macaco velho:
Deixa pra lá, outro dia a gente vê com calma.
O James:
Estou cansadão, vai lá, a gente te espera nas pedras. O Neno (James Jr.) vai adorar saber que descobrimos uma caverna de pirata - vivíamos contando histórias de tesouros e de piratas malucos, pro guri.
O panaca aqui calçou as sandálias - o costão era cheio de ostras - e subiu nas pedras. Quando cheguei lá em cima, fui logo enfiando o focinho na entrada do buraco.
Amigos, foi um inferno: dezenas de marimbondos de bunda vermelha - tapiocabas, que até os caiçaras locais respeitam - caíram de pau em cima de mim.
Vocês sabem: quanto mais a gente esperneia mais neguinhos te ferram.
Desesperado, calculei a distância para um bico de pedra próximo, dei uma corridinha e... a tira da sandália soltou.
Pulei meio desconjuntado e vendo lá em baixo as pedras me esperando. Joguei a cabeça para trás, estiquei o corpo como a gente faz no final de um mergulho canivete e entrei na água.
Raspei nas ostras, desde os mamilos até os peitos-dos-pés. Só livrei a cabeça, mas nela, os marimbondos já haviam feito um estrago considerável.
Cheguei na tona e nadei num pau só de volta para a prainha da ilha. Sabia que se parasse estaria encrencado.
Quando cheguei, apaguei por um tempo. Que eu lembre, foi a primeira e única vez que isto aconteceu. Acho que a adrenalina, a dor e o veneno das dezenas de ferroadas espalhadas pelo corpo fizeram o serviço.
Por sorte, o James conseguiu parar uma lancha que passava e usamos o material de primeiros socorros do boa praça.
Não foi engraçado? É porque ainda não contei o meu lamentável estado final. Imaginem um sujeiro todo encaroçado, lanhado, sangrando, mijando na mão e passando urina na cara, pra aliviar a dor.
Pior que funciona.
enviada por Matusalém Matusca
14/06/2003 18:40
(8{> - O rato, vinha cantando alegremente, cui, cui...
Cadê o template que estava aqui?
O rato roeu.
Cadê o rato?
Tá roendo o disco virtual do UOL.
Cadê o UOL ?
Tá criando aranha pra dar pros ratos.
enviada por Matusalém Matusca
14/06/2003 01:46
(8{> - Hay que...
Não importa sua ideologia nem no que você acredita hoje. Muito menos, se acha que traíram seus ideais. Esse homem merece respeito e ponto.
Hoje faria 75 anos.
Atire, covarde, vai matar um homem
Difícil provar se disse isso mesmo, é bem possível.
Não merecia ser executado de maneira tão vil, mas, acredito que tenha morrido na hora certa.
Mais Che.
enviada por Matusalém Matusca
11/06/2003 16:21
(8{> - Yes! Nós temos Banana.
Para a minha amiga Helô, que já era minha amiga antes do dilúvio, o meu botão de presente. Se preferir banana amassada com aveia e mel, pode pedir que o Mausquinha faz. O problema é controlar o molho do Fominha.
enviada por Matusalém Matusca
10/06/2003 14:50
(8{> - De vez em quando é bom.
Dificilmente você vai ver um carioca pichando São Paulo, de graça. É mais ou menos como mulher muito feia, ninguém lembra e muito menos discute, nada de humilhar. Quando descobrir alguém tascando, pode acreditar, é em resposta a uma provocação qualquer.
O que acho mais legal na pendenga RioxSão Paulo é que eles sabem que não têm nada que preste e mesmo assim ficam se achando.
Tenho esbarrado em comentários pichando o Rio. De leve, mas aproveitando na maior covardia, a fase rosa-chumbo que cobriu nossa cidade. Vou verificar e pimba! O sujeito é paulista. Algumas vezes o troço vem disfarçado num post, que aparentemente nada tem a ver.
Abaixo, um post que guardei de um dos melhores blogs da rede e, por isso, não tem link, considero uma diarréia verbal de quem vive comendo pastel do chinês:
O mar limpo mais próximo de São Paulo fica em Santossh. Limpo mesmo, não sei como conseguem manter sem poluição toda aquela orla urbanizada. Pra quem não conhece, é como se fosse Copacabana, mas sem merda boiando. Em vez do decadente Copacabana Palace eles têm o decadente Hotel Atlântico. Em vez das Ilhas Cagarras eles têm a Ilha Porchat. Maizomenos isso, não estou comparando, estou simplificando pra você poder imaginar. Fazia milênios que eu não pisava em Santossh.
A grande cidade mais próxima do Rio é São Paulo. Feia mesmo, não sei como conseguem viver naquela poluição. Pra quem não conhece, é como se você fosse pra Volta Redonda, perto do Rio, mas sem nada que preste. Em vez de montanhas eles têm prédios horrorosos. No caminho para o trabalho, em vez de engarrafamento na Lagoa, eles têm o visual da Marginal. No final de semana, em vez de ir para a praia eles fazem piquenique em aeroporto. Em vez de caminhar na Floresta da Tijuca, caminham em viadutos.
O grande acontecimento no mês de julho é ir pra Campos de Jordão e fingir que está numa Europa favelada. Vestir peles ridículas e comer fondue de chocolate. Argh!
Não estou comparando, estou simplificando pra você poder imaginar. Fazia milênios que eu não pisava em São Paulo, mas ele pediu.
Santos é uma cidade bem legal. Não é de graça, que eles chamam o pessoal da estranha capital de gafanhotos. Praga mesmo, que ataca nas praias.
Conclusão: os caras são muito legais, alguns não demostram o preconceito - ou inveja - abertamente, mas paulista que se preza, um dia, entrega.
Detalhe: tenho ótimos amigos na rede ou fora dela, que moram em São Paulo, mas estes são só brasileiros.
enviada por Matusalém Matusca
09/06/2003 15:32
(8{> - Olha o Matuscaqui II - A revanche.
Acho que nem todos lembram de um post que publiquei em outubro, depois de levar uma cantada virtual. Então agüentem a reprise:
(8{> - Adoradoras de múmias.
Como já falei, não sou nenhum Millôr. Mas, assim como o mestre, recebi uma mensagem de uma menina que se diz apaixonada, mesmo sem me conhecer.
Certa vez o Millôr, apavorado, respondeu para uma: ... mande sua avó primeiro
Vou fazer diferente. Seguirei os trâmites normais para este tipo de situação. Marco um encontro, descrevo como sou e como vou estar vestido. Tudo errado, é claro. Na hora H, pulo na frente da infeliz, gritando: OLHA O MATUSCA AQUI! (com cacófato e tudo).
Garanto, que o susto que a pobrezinha vai levar, vendo o Matusca de frente e em cores, vai fazer com que pelo resto da vida, nunca mais pense num romance virtual.
Elas costumam dizer que estão apaixonadas pelas nossas cabeças.
Amigos, quando ela ver o meu cérebro de perto, nunca mais vai comer macarrão.
É bem possível que leia este post e a surpresa vá pro beleléu. Melhor, poupa muito dinheiro com o analista.
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Semana passada, recebi outra mensagem apaixonada. O que será que essas gurias têm na cachola? Olhem só:
... me acham muito bonita... tenho XX anos... não ligo pra essa história de idade... acho você charmoso, sedutor e com uma pitada de picardia que eu...
Bom, acho que chega.
Pois é, moça, vou parar antes que a Matusalinda entre aqui. Ela não costuma ler, só dá uma olhada pra minha cara de babão e balança a cabeça. E nem precisa falar nada, pela cara de pena que faz, eu logo penso nas palavras do mestre João Ubaldo:
Parece um cachorro correndo atrás do carro. E se pegar, faz o que com ele?
enviada por Matusalém Matusca
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